A realidade de um dia que pode nao terminar
Publicado; 13/04/2011 Filed under: Sem categoria Leave a comment »“Pois eu sei que nós temos o mesmo destino então
Tô tentando me encontrar
Tô tentando me entender
Por que tá tudo assim?”
Como o corpo e o titulo dessa musica, dessa maneira, da maneira que escrevo, sem acento, sem motivo, explicacao, hora. Nao ha nada pra falar, nao ha nada pra entender, porque nao tem justificativa. Todas estas palavras, representam um pouco de percepcao de algo que nao tem como resolver, de algo que nunca mais vai retornar, pelo menos do mesmo modo. E a logica, a logica da passagem da existencia para inexistencia. A unica conclusao, as unicas palavras que devem ser lembradas em nossa vida, sao as que foram ditas ha algum tempo e que servem para todos nos, que nao sabemos em qual horario o cronometro regressivo se encontra
“…Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos…”
Sem acento grafico, e sem retorno.
Citacao da musica “O dia que nao terminou, Detonautas” e Texto de William Shakespeare “Um dia voce aprende”
Horizonte, a liberdade da minha visão
Publicado; 15/02/2011 Filed under: Opnião 1 Comment »Visão é turva, embaçada, limitada.
O ar seco em tempo úmido, a caminhada fria do dia quente,
Há dias eu via o horizonte, agora me sufoco nessa ótica.
Um mal que me faz, deixar de ver o que vem pela frente pra trás,
como a ausência de uma janela no apartamento,
como uma porta de elevador que não pode se abrir.
Com essa incerteza, acordo,
e com um momento de clareza,
enxergo que o muro eu mesmo construí,
no auge da minha suposição de sabedoria,
por acreditar, que o limite e o horizonte eu alcançaria.
E assim, depois de descobrir,
que essas barreiras eu mesmo fiz,
olhei pros lados e descobri,
que não posso desistir e que mais longe eu posso ir,
Se nunca desejar o fim do horizonte,
E assim, o limite ser o inancançável horizonte.
Sinceros agradecimentos à Natália Nogueira Silva
Lições Aprendidas
Publicado; 29/01/2011 Filed under: Palavras Leave a comment »Vida, uma lição cotidiana.
Nem eu mesmo tenho noção do tamanho das experiências e tudo o que eu vou carregar destes 34 dias distante de casa. Sei que os meus vícios se foram e realmente acordei, descobri que eu posso, e que é questão de dedicação e mais nada pra correr atrás do que posso ter direito.
Aprendi que alguns chegam fácil ao limite, que desistem de grandes oportunidades em troca de outras que nem mesmo são visíveis e de retorno garantido. Aprendi, que nem todo mundo pensa como nos locais aonde você vive, e que por mais idiota que seja essa afirmação, a comprovação de forma prática, é só ouvindo e entendendo o tamanho desse abismo de ideias. Aprendi, que somos adaptáveis, que o lugar aonde nasci não é necessariamente o lugar aonde devo morrer, ou viver pra sempre. Que esse papo de capital tudo é difícil e perigoso é coisa de quem nunca nem por lá passou, ou que viu as coisas de uma ótica diferente da que vi. Aprendi que buscar nossos sonhos nos cobram dedicação, abdicação e uma estrada com alguns espinhos, dificuldades e dor. Somente quem consegue e desenvolve a tolerância tem a possibilidade de trilhar esta estrada. E que nesse caminho, certamente só os verdadeiros amigos e família continuarão a lhe acompanhar.
Do Alto Paranaíba Mineiro para a capital do Brasil
Publicado; 17/01/2011 Filed under: Sem categoria Leave a comment »Nada sutis mudanças desse aspecto. Morar na Messorregião do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, exatamente em Patos de Minas e temporariamente se transferir para Brasília, capital do país, deixa em perplexo tudo o que tenha visto durante grande parte dos meus 20 anos. É uma proporção de mudança absurda, uma realidade nada similar. Enquanto se respirava um ar úmido vindo de dias e dias chuvosos, e de um fim e início de ano torrencial, percorre-se o tempo “úmido-seco” do ar do planalto. Sim, o relevo ondulado nada semelhante ao retilíneo horizonte do Distrito Federal. Quem dera só diferença, indiferença sobre
a possibilidade de ser sempre bem recebido aos sorrisos das pacatas pessoas nas ruas do interior mineiro. O tempo é “quente”, pedir uma informação e ser ou não respondido não é sinônimo de hospitalidade. Uma realidade da cidade, é a criminalidade que tornam as pessoas reféns do medo. Um fator comum na vida é stress e impaciência. O trânsito aqui é intenso até a meia-noite, velocidade mais intensa ainda. É como imaginar uma cidade de 140.000 habitantes e descobrir que o lugar aonde se encontro, um único bairro tem 100.000. É poder escolher entre o ônibus, o metrô ou o táxi. A sutil diferença de conhecer tudo e nunca ter a chance a possibilidade de conhecer tudo.
Até o momento e nesse rascunho escrito, uma experiência vivida não como uma aventura mas realmente como uma etapa.
Restrospectiva Trimestral
Publicado; 05/01/2011 Filed under: Palavras Leave a comment »Intuição.
Aconteceu. Somente pensei e desejei, fiz um pouco pra acontecer e realizei.
Pedia por mudanças em casa, e nos demais lugares e vieram.
A pé, li livros andando pela cidade sem ao menos olhar a frente
Um final de ano de união, um fim de ano de magia.
Reconheci e agradeço as mudanças.
Ao acordar, me deparei com elas a porta.
A única coisa que fiz: acreditei.
Boa noite, brasília agora.
Encontro
Publicado; 24/10/2010 Filed under: Sem categoria 1 Comment »O tempo foi menor
quebrou a expectativa,
impediu o encontro na ida
e fez logo dizer adeus na partida
Mesmo assim aconteceu
mesmo que na ligação
que por um fio se perdeu,
lá estava ele, na ansiedade
por acreditar ser verdade,
poder a reencontrar
Em profundos minutos
intensamente ele olhou
dentro dela o seu olhar,
esperou por mais tempo
mas ela precisou se dispensar
Na esperança despediu
e acreditou que por mais vil,
poderá ainda a abraçar
como pode no momento lhe beijar.
Tropa de Elite e a exposição da realidade
Publicado; 20/10/2010 Filed under: Opnião Leave a comment »Há quase uma semana atrás tive a oportunidade de assistir ao filme Tropa de Elite 2. Nota-se que se segue o mesmo padrão do anterior em quesitos como enredo, personagens, linguagem e cenas que são exibidas, que não poupam os olhos da violência, realidade vivida no ambiente retratado e na vida do brasileiro nos diversos cantos do país.
Em resumo, o cunho é crítico, sem frescuras e máscaras. Um longa sem agradar o mainstream. Não foi feito pra agradar, sinceramente, a ninguém. Leva-se a tona a raiz dos problemas sociais vistos no país como a violência e a criminalidade. Exibe os diversos lados da história e mostra como funciona todo o processo que se repete frente aos olhos dos cidadãos brasileiros, que certamente veêm, mas fingem que não enxergam.
O verdadeiro inimigo nem sempre está na favela, no morro. Está presente também no senado, na câmara, no quartel ou batalhão de polícia. Exerce funções públicas, sociais, mas defende interesses financeiros, individuais e que favorecem a velha roda da corrupção, nepotismo, violência e criminalidade.
O verdadeiro inimigo nem sempre está na favela, no morro. Está presente também no senado, na câmara, no quartel ou batalhão de polícia. Exerce funções públicas, sociais, mas defende interesses financeiros, individuais e que favorecem a velha roda da corrupção, nepotismo, violência e criminalidade. Entretanto, quem coloca esse inimigo “na comanda”, é você, eu, a nação. Para a maioria isso não é novidade, porém de quatro em quatro anos, eleições vêm e voltam e sempre as mesmas reclamações, perante o ato de votar, os candidatos para se eleger e os problemas que sempre não se resolvem. Quando há debates, a televisão e o rádio se calam. No fim das contas, descaso, despreocupação. A reclamação vem antes do conhecimento, do senso crítico, da indagação.
Ser ?
Publicado; 11/09/2010 Filed under: Sem categoria 1 Comment »Nunca foi fácil, diria que o grande problema é agir pelos sentidos sem se lembrar que pra êxito é necessário esperar pelo alheio, ser o que não se é, esperar por algo que pode não acontecer. Realmente pelo visto “a dúvida é o preço da pureza e é inútil ter certeza”. Nao é fato, algumas oportunidades são diferentes porém sempre atirar no escuro pode nao resolver. Hoje não muito tarde e ainda dentro desse ônibus, tenho agora como costume respirar novos ares, conhecer dos outros modos, procurar instantes de felicidade, ser livre mesmo as vezes triste pela solidão da estrada. Esse objetivo é nunca mais se limitar aos horizontes da visão. Vejo os erros que se cometem como uma chance a se dar. Muitos desses, fazem parte do que se é e mesmo assim talvez terão que se tornar desnecessários. Isso porque são erros da falsa necessidade de se apoiar naquilo que não se sabe aonde vai parar.
Citação:“A dúvida é o preço da pureza e é inútil ter certeza.” – Infinita Highway, Engenheiros do Hawaii
Microsoft IE Execute shell encontrou um problema
Publicado; 01/09/2010 Filed under: Info Leave a comment »Hoje deparei com um erro que não encontrei solução. Acredite, tenho certeza que qualquer um que pegasse esse problema diria o que eu ouvi no final do dia: “Formate seu sistema WINDOWS”.
Após atualizar do SP2 (Service Pack 2) para o SP3, o navegador Internet Explorer 7 para o fabuloso Windows Internet Explorer 8 a aplicação que o usuário final utilizava resolveu deixar de funcionar. Pelo pouco que se sabe, o programa é desenvolvido em .NET e certamente pelo sistema de banco de dados instalado, Oracle. Ele funciona em uma página web, aonde acessa um endereço IP provindo de uma VPN. Depois da atualização, o erro abaixo era constante ao tentar abrí-lo:

Como o propósito geral das atualizações eram melhorar o desempenho, segurança, estabilidade e processamento do sistema me tornei pelo descuido de não utilizar a restauração do sistema e confiar nos resultados um vilão pro cliente. A sorte maior foi que ele estava bem informado sobre o ocorrido e compreendeu a verdadeira finalidade das atualizações. Nesse momento, pesquisei sobre o assunto, muito, até mesmo pelo número do evento (erro) que era causado. Nada encontrei. As atualizações foram desfeitas, uma sucessiva a outra com testes e mesmo assim nada voltou ao ponto inicial. Resolveu-se procurar o suporte do sistema acreditando ser a solução. Que pena. Não menciono sequer o nome do sistema, da empresa que prestou suporte. Atende ao telefone sem saudações, espera em silêncio pra que você o cliente fale o que pode ser feito, como se a propriedade do conhecimento do problema fosse de seu domínio. Foram 50 minutos ou mais apenas ouvindo: “Você já tentou reiniciar a máquina? Já reinstalou certo programa?”. Em momento algum, uma solução conveniente. Resolvi procurar mais sobre qual aplicativo que gerava o erro e foi então que descobri. É o executável “IEexec.exe” que provém o recurso “Microsoft IE Execute Shell”. Ao clicar no mesmo dentro do diretório em que ele se encontrava, o erro acontecia. Sua função é processar junto ao navegador os comandos pro software funcionar. Além disso, ainda atualizei o framework, nada. Foi um dia todo sem almoço pra mesmo com suporte, muita pesquisa e tentativas não chegar a nada. E ainda receber a ligação da memorável assistência e ouvir: “Senhor, em problemas desse tipo o melhor a se fazer é formatar, não há outra solução”.
Súplica Mineira
Publicado; 27/08/2010 Filed under: Palavras 2 Comments »O tempo está seco. Seco como talvez nunca poderia ou pudesse estar nesse agosto. Seco, ao ponto de dar nó na garganta, de dificultar a respiração, de não sentir o bem-estar da normalidade. Ultimamente tudo tem sido objetivo. Acordo cedo com a obrigação de resolver tudo aquilo que anotei, até mesmo as vezes desrespeitando meus necessários momentos de calmaria. Hoje agendo pra amanhã, pra semana que vem, pra daqui um mês, enfim, planos.
E nesse árido clima, a poeira predomina os pensamentos e se mistura constantemente com o vento. E então, milhões de questões sopram por diversas áreas da mente.
Planos são feitos e desfeitos constantemente em meu terreno. Sinto uma necessidade imensa de dedicar aos meus ideais. Porém em determinado instante quero o calor humano, as amizades que penso que tenho, que acredito que me alimenta.
Estou só e não sei aonde vou, porém eu vou descobrir. Além dessa, há uma dádiva dentro de mim que consegui me convencer de que eu preciso de um apoio que muda sempre meus rumos, sem se lembrar de que o rumo certo é aquele que eu estou em primeiro lugar.